sexta-feira, 26 de abril de 2013

A economia dos EUA e sua formidável indústria bélica

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Texto publicado em: Pátria Latina

Welinton Naveira e Silva

Os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, atingida por dois aviões, causaram a desgraça de muita gente. Também, causaram a felicidade e a muita alegria da poderosa indústria de armas e de equipamentos de segurança dos EUA. Desgraças e sofrimentos, só ficaram para os americanos pegos pela explosão das torres, principalmente, para milhares de outros povos fora dos EUA, decorrentes da imediata decisão política norte-americana que se seguiu, iniciando pela invasão militar do Afeganistão, em outubro de 2001, como represália ao atentado terrorista de 11 de setembro, alegando caçada aos terroristas.




Os prisioneiros capturados pelos EUA no Afeganistão, e de outras regiões do mundo, eram enviados para sua base militar de Guantánamo, em Cuba. Bush não lhes concedeu os direitos básicos de todo prisioneiro de guerra, estabelecidos na Convenção de Haia. Por isso mesmo, atrocidades foram cometidas contra esses indefesos prisioneiros, incluindo o uso da hedionda tortura.



Logo a seguir a invasão do Afeganistão, em março de 2003, os EUA também invadem o Iraque, liderando aliança com outras nações, conhecida como Coalizão. Nessa ação, os EUA usaram o cínico pretexto que Saddan estaria desenvolvendo armas químicas. Mentira essa, logo desmascarada.


Na verdade, Bush só invadiu o Iraque, objetivando controle posse de suas gigantescas reservas de petróleo. Afinal, os EUA são os maiores consumidores de petróleo do mundo, além disso, já naquela época o preço desse valioso produto tinham atigido valores estratosféricos para a economia mundial, causando grandes estragos nos EUA. Além disso, e principalmente, a invasão do Iraque serviu aos objetivos de ativar a poderosa indústria bélica norte-americana, que estava mergulhada em profunda crise desde o fim da guerra fria, após o bem sucedido desmonte da ex-URSS (pela CIA, liderada pelo traidor Gorbachev).

Quanto ao assassinato do presidente dos EUA, John F. Kennedy, em novembro de 1963, mortalmente ferido por disparos enquanto circulava no automóvel presidencial, até hoje continua um grande mistério. Duas investigações oficiais concluíram que Lee Oswald foi o assassino. Dois dias depois de ser preso, em 24 de novembro de 1963, quando era transferido sob custódia policial da cadeia municipal para a cadeia estadual, Oswald foi baleado e morto. Na sequências de assassinatos de suspeitos que se seguiu, até hoje, ninguém ficou sabendo ao certo quem foram os responsáveis pelos disparos, muito menos, quem foram os mandantes do assassinato de Kennedy. Uma inexplicável e sideral vergonha.

Hoje, para mais mais espanto geral, os jornais noticiam que um dos dois principais suspeitos pelas explosões na maratona de Boston, que deixou três mortos e mais de 170 feridos, foi morto após ser capturado durante megaoperação policial, em Massachusetts (EUA). Diz a imprensa que “um dos suspeitos morreu, o outro está solto, armado e é perigoso”. Por essa e por outras, por tudo que o mundo já viu, sempre estarrecido, até prova em contrário, os interesses econômicos dos EUA, poderia estar envolvido em mais uma criminosa empreitada. Mais outra. Porque não?


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