sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cachoeira plantou notícias na revista Época

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Reportagem da edição desta semana de CartaCapital, nas bancas a partir de sexta-feira 25, revela como o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira plantou notícias também em veículos das Organizações Globo para fragilizar adversários. É um exemplo de como a quadrilha abastecia jornalistas investigativos por meio de arapongas para sedimentar seus interesses. Assinada por Leandro Fortes, a reportagem mostra também como o vice-presidente Michel Temer se tornou, desde o início da crise, interlocutor do Planalto com cúpula das Organizações Globo.


Ouça os áudios das gravações na página da Revista Carta Capital - Clique no link abaixo

Cachoeira plantou notícias na revista Época | Carta Capital

1 comentários:

Nem fonte nem comparsa, agora, talvez, mais um dos bagaços.Suponhamos que um Policarpo em algum momento, se necessário, será o boi de piranha do escândalo de um cachoeira de uma Veja. Baseado na realidade de todo empregado brasileiro em cargos de confiança em qualquer empresa, micro, pequena, média ou grande. Repito, é a realidade de todo empregado brasilerio em cargos de confiança em qualquer empresa, micro, pequena, média ou grande.
Enquanto seus patrões talvez dêm uma volta turística de carro em volta do palácio e ministérios, acompanhado de alguns ministros e quem sabe até a presidente de República.
Continuando a suposição, caso um Policarpo o boi de piranha, com certeza irá para o abate após uma vida como a maioria dos trabalhadores brasileiros viveu, acumulando sofrimentos e de bolso vázio, porque atendeu o patrão em tudo. Já o Patrão de bolso cheio, depois do sacrifício de mais um boi de piranha. Talvez mude o destino do seu passeio turístico para descansar para a próxima jogada.
Como em tudo neste país, para todos, que ou são, ou foram, ou serão laranja. Para não perderem seus empregos. Alguns com gordos salários, outros magros, mas únicos empregos. Todos sem excessão em que o brasileiro se torna dependente, e ou, mal acostumado à algum benefício que vai da sobrevivência ao mínimo básico de uma classe média que como tantos. Para estar nela se sacrifica à tudo ou tudo. Apesar de um tanto ser fruto de seu esforço e anos dedicados à alguma função. Mesmo assim se vê obrigado à se sujeitar à todo tipo de submissão, para sustentá-lo neste espaço conquistado por direito. Se vendo obrigado como por exemplo a se manterem de bico calado para não perderem tudo. E até aceitarem serem ludibriados por presidentes de sindicatos. Quer um laranja? Vá à alguma praça pública e pregue uma placa daquelas no peito com esta oferta de "oportunidade". Que em segundos formará uma fila gigantesca, dependendo da "oportunidade oferecida" sendo você o primeiro. Mas que ao fim, comoo todas as laranjas, podres, pobres, talvez presas ou constrangidas e humilhadas, no mínimo virarão uns bagaços depois de sugados até seus fins. E os seus patrões, livres e cada vez mais ricos. Sugando laranjas frescas, até o bagaço.
José da Mota.